sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ano novo de novo

Eu já falei para o Leandro que ele dá zica. Todo ano dá alguma merda. De 2009 para 2010, fomos para Ubatuba, estava chovendo, alagado e com uma russa doida. De 2010 para 2011, fomos pra Salvador numa praia estranha, gente estranha e um som horrível.

Esse último final de ano, fomos para casa do pai do Leandro no Guarujá e encontramos o Fabio por lá. Na virada, não estava muito lotado, não estava muito quente... Na verdade, estava chovendo e meio vazio de pessoas beneficiadas com todos os dentes, cabelo bom e nome fácil.

Já estava chovendo quando saímos de casa e eu usava um modelito bêbado 2012: bermuda, sem camiseta, chinelo, com 20 reais numa carteira de papel alumínio improvisada, duas cervejas e usava sunga para eventos aquáticos além das sete ondinhas que nunca dão sorte.

Fomos para a orla e começamos a andar para achar movimento, pessoas, uma música. Andamos muito. Parecia que procurávamos a terra prometida com fogos de artifício e pessoas razoáveis. Atravessamos duas praias. Se fosse de manhã e com sol, eu me sentiria um velhinho simpático fazendo minha caminhada, mas estava chovendo e à noite.

Eu estava numa condição diferente em que não estava procurando ninguém, mas queria fazer alguma zoeira. Eu queria ficar bêbado socialmente relaxado e os outros dois que me segurem. Mesmo que eu estivesse procurando alguma sarna pra me coçar, eu ficaria na mesma condição: sozinho. Minha habilidade com a mulherada não é lá essas coisas e ainda com a zica do Leandro e o Fabio breaco. Vixe! 0x0 com certeza!
(Observação da zica do Leandro: Juntos, nunca pegamos mulher)