sábado, 17 de dezembro de 2011

Curiosidade não mata

Ser curioso nem sempre é uma coisa ruim. Por exemplo, eu não gosto de ler, mas gosto de saber o que está escrito no livro, o que me força a ler. Sou curioso e gosto de saber das coisas. O que não me torna um fofoqueiro. Não gosto de saber da vida dos outros e muito menos divulgar as informações.

Gosto de saber de acontecimentos. No meu trabalho, tem uma janela para uma avenida grande e uma bifurcação mal sinalizada, o que gera alguns acidentes, umas brigas de trânsito... os carros vão bater se eu querendo ou não. Se não depende da minha vontade, pelo menos gosto de ver.

Esses dias eu estavam na 23 de Maio no meio do trânsito, meu carrinho, meu rádio e eu na tranquilidade. Percebi que no corredor de motos, um motoqueiro estava conversando com um motorista de um carro verde. Pensei "Que folgado! Isso é lugar pra conversar?". Depois vi que mais 2 motoqueiros olharam. Quase deu um acidente. Aí seria o caso da curiosidade dos motoqueiros matar, sim. Pensei que fosse alguém famoso, um jogador de futebol ou alguém incrivelmente linda. Ha! Sou curioso, né?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Rolê no supermercado

Agora inventei essa de comer bem, de 3 em 3 horas... faz diferença pra saúde e quem já ficou com aquele aventalzinho na UTI, quer ficar bem longe de hospital. Mas comer bem tem suas curvas, seus obstáculos, suas vias-sacras... como ir ao mercado.

Qualquer dia de semana depois do expediente é ruim de ir. Sábado e domingo então... só por decreto ou geladeira vazia. Para evitar tumultos, já cheguei ir ao mercado oito da manhã. Além de mim, só tinham minhas remelas, os funcionários e os velhinhos. Uma velharada que já não existiam mais filas preferenciais. É o melhor horário, mas nem sempre dá para ir de manhã.

Na maioria das vezes, você vai no horário que os outros também vão. E um supermercado com muita gente gera conflitos, trânsito de carrinhos, disputa pelo melhor frango, criança chorando... é um inferno com gôndolas.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mas e o xampu?

Meu sobrinho de 11 anos veio me perguntar sobre o aniversário dele:
- Como você acha que eu devo cortar meu cabelo para o sábado?
- Ah! Fala pro cara tirar dos lados e repicar em cima. Não tem como errar e dá pra pentear de um monte de jeito.
- Tá bom.

Sábado vem ele com o cabelo arrumado, cheio de gel e parecendo uma calopsita. Eu errei, pois tem como o cara errar o corte, mas vou falar o quê?

- Ficou bom, sim. Mas tem que tomar banho que já está quase na hora.
- Ih! Mas vai desmanchar o cabelo. - falou olhando pra minha irmã.

Minha irmã responde tranquilamente:
- É só você tomar banho e não molhar a cabeça.
- Mas como eu vou passar o xampu?