sexta-feira, 22 de abril de 2011

Vai fumar?

Como você sabe (Hor do you know)

Para os apaixonados ou aqueles que ainda vão se apaixonar, porque é ainda não está em cartaz.

Lançamento para esse ano.

Estamos em 2011, tá?

Reportagem do trabalhador!

Clique na imagem para ampliar e ler.

terça-feira, 19 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Outra dívida de amigo

Na volta pra casa ele me falou sério "Você está me devendo. E eu vou cobrar". Eu pensei "ferrou". Nunca tinha visto o Yuri bravo. Ele é calmo, gente boa e muito brother. Dessa vez tinha que ser  muito brother mesmo.

Quem já foi para o interior sabe que as mulheres são mais bonitas do que em Sampa. Pela quantidade da qualidade.  Não sei se todo interior é assim. Mas em Campinas é. Uau! É diferente mesmo. E o melhor é que o Yuri tem uma chácara numa cidade ao lado. Ele faz aniversário em um feriado e convidou uma galera para comemorar lá.

Churrasco, bebida, poker, truco e tudo mais. À noite, fomos para Campinas para ir pra balada. Eu já estava como o Zeca Pagodinho gosta: bêbado e cantando. Mas eu não estava ruim, não. Eu ainda desenvolvia um diálogo. E naquela cidade eu conversei bastante. Além de lindas, as mulheres lá são simpáticas. Ou as paulistanas que são umas ogras e eu estou calejado com o tratamento daqui.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Níveis de beleza (ou feiura)

Quantos homens já fizeram ranking da mais bonita? Ou da mais feia? Acho que todos já fizeram um ranking. A mais bonita da sala. A mais bonita do trabalho. A mais bonita do cinema. É bem simples: estabelecer critérios e julgar. E ao contrário do que alguém pense que isso é uma ofensa às mulheres, isso é muito saudável... se as pessoas julgadas não ficam sabendo. Se elas souberem, elas podem deixar você bem feio.

(Dica: ranking da mais feia é muito mais fácil de fazer. Se você nunca fez, experimente em silêncio)

Mas as mulheres também julgam. Opa! Fazem direitinho. Acho que elas só não colocam em ranking, mas usam categorias. Enquanto homens dão nota em uma escala de 0 a 10, as mulheres colocam em categorias como "para casar", "para conversar", "para fazer um amor", "para ficar juntinho", "para levar uns tapas" e assim por diante. Uma amiga me contou que às vezes mulher tem vontade de sair com um cara "com cara de pedreiro". Não tenho muitos detalhes das categorias, pois não participo de conversas femininas por motivos óbvios.

E não estranhe a categoria "para levar uns tapas". Existem muitas mulheres que gostam de levar uns tapinhas naquela hora. Dizem até que toda mulher gosta. Acho que deve ter uns homens que também curtem levar umas bifas. Eu acho a prática muito perigosa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

SAP - Serviço de Atendimento ao Paulista

Já não acho que paulista seja estressado. Olhe três casos de como nos comportamos bem com o atendimento de alto nível da Bahia.

Caso #1:

O Queijo no mercado.
Leandro todo serelepe pimpão chegou para a moça do balcão da sessão de frios do Supermercado e pediu:
- Você vê 300 gramas de mussarela, por favor?
- Já está cortado. Pode pegar. - Apontando para a bancada atrás dela.
Leandro ficou com raiva e teve que ficar quieto, porque a atendente era 3 vezes maior do que ele.


Caso #2

O troco
> Carlinha pagou suas compras do mercado com um nota, pois não tinha trocado.
> A mocinha do caixa cobrou o valor e deu o troco: 5 moedas de 5 centavos = 25 centavos.
> Carlinha perguntou se ela não teria uma moeda maior.
> A atendente contou de novo as moedas, pegou a mão dela e, com a delicadeza de um pedreiro, colocou as moedas na mão de Carlinha e disse que o troco estava certo.
> Carlinha foi embora assustada, pois a mocinha do caixa botava medo de tão feia que era.


Caso #3

Os tipos de suco
Flávia e eu estávamos sem fazer nada e fomos a um barzinho para tomar um suco. Lá na Bahia tem uns suquinhos diferentes e eu estava afim de experimentar um suco de alguma fruta de nome estranho. Sentamos e perguntei ao garçom:
- Qual suco diferente você tem?
- Você é que vai me dizer. Aqui temos de tudo.

Fiquei espantado. Uau! Eles devem ter todos os tipos de frutas. Pedi o cardápio, e a Flávia sugeriu um suco estranho XYZ. Chamei o garçom e pedi:
- Por favor, você traz esse suco XYZ?
- Esse eu não tenho.
- Ué? Mas você não disse que vocês tem de tudo?
- É que eu sou novo aqui e não sei de tudo que tem.


Atendimento é a chave do negócio baiano. Ôôô, Canário!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Leandro trabalhando

Mira errada

Chegamos na Bahia e ficamos um pouco desapontados. Leandro e eu achamos que em Salvador só tem Ivete Sangalo andando pra lá e pra cá. Mas não é bem assim, né? Se passaram uns dias e não tivemos nenhum sucesso.

Não tinha nenhuma grande motivação para sair do zero à zero. Além da cidade estar meio vazia, teria que aparecer alguma coisa muito boa, e teria que vir em dupla pra dar uma graça e não abandonar o parceiro da guerra. Mas as chances eram bem pequenas. Aproveitamos para conhecer as praias, os lugares e tudo mais.

Fomos para a Praia do Forte e o cenário mudou um pouco: continuava ruim, mas com alguma esperança. Andando pra lá e pra cá, olhamos 2 coisinhas no mar. Entramos na água e conhecemos. Não era lá essas coisas, mas eram aceitáveis. O Leandro foi na frente e foi escolhendo a "melhorzinha".  Conversa vai, vai, vai... e saímos da água:

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Hospital não é para repouso

Futebol + Dor no joelho + 3 ortopedistas + 1 ressonância = Cirurgia.

Tudo começa com o jejum. A cirurgia estava marcada para 14h, então eu não poderia comer depois das 6 de manhã. 5h30 da manhã eu levanto para comer. Não era pãozinho com manteiga, não. Era Macarrão e carne. Vou passar 8 horas sem comer, tinha que dar uma "sustança".  E ainda voltei a dormir mais um pouquinho.

Deixei tudo pra última hora. Acordei correndo pra buscar exame de sangue, a guia de internação, fazer a mala com roupa, xampu, escova de dente... Eu nem precisava colocar cueca. Estava bem ciente que em determinado momento eu mostraria meu amendoim pra todo mundo. Olha a dica: jamais pense em ter dignidade em um hospital.

Deu tempo de tudo. Minha irmã me levou e o trânsito estava bem suave.

Putz! Não comprei chinelo para o banho.
Liguei para Carlinha me levar um chinelo.

Mas putz! Ôôô, Canário! Cadê a ressonância?
Liguei para minha mãe trazer.

Organização é tudo nessa vida.

domingo, 3 de abril de 2011

Quando a coisa fica russa - parte 1

Em 2008, eu passei por uma cirurgia grave e tive que passar uns meses em casa. Sem sair de casa. Sem poder fazer nada. Zero. Sem esforço nenhum. Eu imaginava passar uns 5 meses assim. O que eu ficaria fazendo? Pensei "vou aproveitar meu tempo" e pensei em usar a internet pra conhecer o máximo de pessoas diferentes. E quem mais eu queria conhecer? Uma Sueca. Claro! Loiras, lindas... mas, como toda mulher, falam uma língua que não dá pra entender.

Fui pesquisando, pesquisando e achei um site russo. E com umas belas russas. Parei ali mesmo. Cadastrei-me em um tipo de Badoo da Rússia. Eu usava o Google tradutor e inglês. Claro que muitas russinhas lindas se perderam.

Conheci uma russa muito lindinha e muito legal: a Rimma B. Aí passou o tempo da recuperação, passou muito tempo. Já em 2009, eu conheci a amiga: a Rimma Mirasova. Mesmo na Rússia, vale a tese "Não terás duas amigas bonitas numa mesma ocasião". A Rimma M era bem "marrom"... "marromenos".