quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sábado Comum?

 Linda, simpática, inteligente, sorriso bonito, bem humorada... Uau! No dia que nos conhecemos, ela disse que não poderia me beijar, pois estava saindo com outro e respeitava. Ótimo! Ainda tem gente que respeita assim por aí.

 Msn, sms, Orkut e ela me convidou para um bar que ela ia todo sábado. Tomei banho (sábado, né?), me arrumei, voei pra lá. Encontrei a amiga dela e depois ela. Estava linda e ficou falando “Poxa! Falei oito horas...”. Excelente! Ela mostrou alguma coisa. E mostrou mais. Colocou as mãos no meu rosto, falou dos meus olhos verdes... é hoje, Brasil!

 Peguei uma capirinha, e fomos para o andar de cima do bar. Conversamos, conheci uns amigos dela, conversei com a amiga dela, banda rolando. Até que a banda para de tocar. Era o intervalo deles. E desce um carinha do palco, beija a coisinha na minha frente e eu lá tentando estabelecer conversa com a amiga (mundrunga) para evitar agredir alguém. 
  “Vou embora. O Rafa me ligou e ele tá em um outro bar. Vou lá”.

 Chegar no bar, entrar e sair me custou 20 à 30 min da minha vida e 15 reais. Ainda dava tempo para aproveitar a noite. O Rafa estava em um restaurante japonês perto dali. Ele tinha companhia sobrando.

 Sentei à mesa, gostei das companhias, mas eu tinha que arrumar um terceiro elemento homem. Seria um 3x3. O Rafa estava com uma colega de trabalho, a outra era delegada e outra era sei lá o que da justiça.

 Acabamos de comer e fomos para o apartamento do Rafa. E ele me disse que a delegada falou que estava no interesse e precisava chamar alguém. Chamei, e veio o João. Missão cumprida e peguei a delegada. Mas ela era meio chata, ficou falando “eu vivo a realidade... blábláblá”. Que pentelha!

 No carro da delegada na hora de embora, o João ainda investindo, e eu custando a beijar de novo. A delegada se assustou com dois carinhas que estavam do outro lado da rua e mandou a gente sair do carro desesperada. Mas pô! Ela não era delegada? Armada e perigosa. Capitã Nascimento.

 O João depois me disse que a delegada colocou na perna aquele negócio para colocar arma (Coldre), mas não colocou arma. O que ela iria fazer? Bater com o coldre no cara?

 Demos a idéia de ir beber uma cerveja (para enrolar mesmo), e delegada ficou com medo de algum policial parar. E olha que a motorista (ela) não iria beber.

 Pra completar, pedi o telefone. Vai que eu não peço e ela resolve me prender, ou me bater com o coldre, já que arma ela estava sem. Pedido feito, e ela responde “usa seus meios para descobrir”.

 Que beleza! Fui promovido a investigador de telefones.

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